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Grândola
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Museu Mineiro do Lousal
foto Museu Mineiro do Lousal

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Foi a partir precisamente da terceira década do nosso século que o Lousal começou a ser explorado de forma mais intensa, facto a que não é estranha a importância crescente, do ponto de vista económico, das pirites cupríferas, em virtude da procura do ácido sulfúrico. A SAPEC, que em 1928 começava a laborar em Setúbal com uma fábrica de superfosfatos, pertencia ao mesmo grupo proprietário das minas e era um dos consumidores internos das pirites do Lousal, juntamente com a CUF (ainda que esta estivesse principalmente ligada ao complexo mineiro de Aljustrel).

Foi entre os finais dos anos 50 e o início dos anos 60 que se iniciaram estudos para a mecanização das minas do Lousal, tendo havido contactos com as Minas de Montevechio, na Sardenha, cujo chefe dos serviços mecanizados fora o inventor dos protótipos de elementos-chave introduzidos nos trabalhos de lavra do Lousal - as pás carregadores pneumáticas autotransportadoras e os camiões pneumáticos auto transportadores de entulhos (dumpers).

 

O Museu Mineiro do Lousal é um museu situado na aldeia do Lousal, freguesia de Azinheira dos Barros e São Mamede do Sádão, concelho de Grândola, distrito de Setúbal, Portugal. Situado no antigo edifício da Central Eléctrica, o Museu Mineiro do Lousal possui um importante espólio no âmbito da arqueologia industrial.

 

História

No contexto do projecto de Revitalização e Desenvolvimento Integrado do Lousal (RELOUSAL), a Fundação Frédéric Velge estabeleceu em 1996 um protocolo com a Associação Portuguesa de Arqueologia Industrial (APAI) para a criação do Museu Mineiro do Lousal, tendo este sido inaugurado a 20 de Maio de 2001.

 

Missão

O Museu Mineiro do Lousal tem como missão valorizar o património mineiro do Lousal através da reutilização, divulgação e dinamização de instalações, equipamentos e objectos da antiga Mina do Lousal, sendo parte integrante da Fundação Frédéric Velge.

 

Acervo

Como a antiga Central Eléctrica conservava ainda grande parte do seu equipamento, definiu-se, como ideia orientadora do projecto de musealização, a recuperação e valorização do edifício e de todo o conjunto de equipamentos que o mesmo possuía, procurando soluções museográficas que contribuíssem para a valorização do espaço.[2]

De entre o espólio existente, destacam-se as seguintes colecções e espaços: instrumentos manuais de trabalho; motores/geradores; compressores; alternador(corte); actividade administrativa; formas de iluminação das minas anteriores à electricidade; iluminação das minas na época da electricidade; martelos pneumáticos; capacetes; centrifugadora; literatura técnica e reconstituição do antigo gabinete do apontador.

Encontra-se igualmente patente ao público a exposição Modelos de Minas do Séc. XIX: Mostra de Engenhos de Exploração Mineira, com base no espólio da secção de Exploração de Minas do Departamento de Minas e Georrecursos do Instituto Superior Técnico (IST), em Lisboa.

Dessa colecção, destacam-se dois tipos de modelos, importantes por razões distintas e complementares:

  • Em primeiro lugar, os modelos assinados provenientes da Real Academia de Minas de Freiberg, uma das mais antigas, fundada em 1765. Após a Guerra dos Sete Anos (1756-63), o desenvolvimento da região de Erzgebirge passava pela optimização da exploração da riqueza mineral, e, naturalmente, pela investigação científica aplicada às técnicas minero-metalúrgicas. À semelhança de todas as escolas técnicas, a Academia mantinha e actualizava uma colecção científica de modelos mineiros, então usados com fins pedagógicos, destinados a mostrar as formas, usos e eventuais alterações dos novos equipamentos que iam aparecendo; os modelos complementavam, em três dimensões e partes amovíveis, os esquemas e descrições dos livros, fazendo a ponte entre a teoria e a prática de tirocínio, e preenchendo as lacunas das inovações que não se conheciam in situ, durante as viagens científicas organizadas pelas Academias a zonas mineiras importantes pela respectiva contribuição na inovação técnica.
  • Em segundo lugar, os modelos que documentam os aperfeiçoamentos e inovações introduzidos nas minas portuguesas - ou tão-somente de uso remoto, eficaz e generalizado como o do plano inclinado ? bem como equipamentos inovadores apresentados nas grandes exposições mundiais. Este espólio, juntamente com o acervo documental existente (ao qual se junta uma grande colecção mineralógica), evidencia, ainda, a forma como o Ensino de Minas, em Portugal (neste caso em Lisboa), foi estruturado de acordo com as mais inovadoras filosofias pedagógicas oitocentistas e se manteve actualizado, nomeadamente através da ligação que muitos dos engenheiros civis de minas portugueses mantiveram com a sua Academia ? muitos foram formados em Freiberg, no século XIX ? e a outras escolas alemãs, nomeadamente a Real Academia de Minas de Clausthal (donde provêm também alguns modelos da colecção).

 



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