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Peso da Régua - Douro
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A Vinha e o Vinho
foto A Vinha e o Vinho

 

 

 

 

 

 

À descoberta dos mistérios do Vinho do Porto 

Nasce do reconhecimento nacional e internacional do valor e da qualidade incomparável do vinho generoso, caracterizado como um fiel reflexo da nossa cultura e da nossa personalidade como um povo. Uma história viva que queremos partilhar com todos, uma história que pretende revelar os aspectos mais envolventes da forma como nos relacionamos uns com os outros, com as coisas e com o nosso vinho.

 

Pressentimos que o melhor caminho é sempre em frente e que devagar se vai ao longe. Mas calma, que o vinho ensina-nos a lição de arranjar tempo para o apreciarmos. Um porto velho ensina-nos o exercício da paciência. "O meu amado é para mim como um cacho de Chipre, que se acha nas vinhas de Engade. A figueira começou a dar os primeiros figos; as vinhas estando em flor, lançaram o seu cheiro. Levanta-te, amiga minha, formosa minha e vem?. Apaixonados, como no Bíblico "Cântico dos Cânticos?. Vivos. Como os melhores vinhos generoso, sol engarrafado. Que nos acendem as luzes da alma em tempos desesperançados e noites de invernia. Verta-se de uma faiscante garrafa de cristal um vinho generoso antigo.

 

Como os melhores e mais antigos vinhos que retêm e revelam os segredos da terra. Da Mãe - Natureza: Terra e Sol. Mais a alquimia que há no tempo que passa e no génio humano, que transforma uvas em requintada tradição. Filho da terra e do sol, o vinho educa-nos o gosto, liberta-nos o espírito, ilumina-nos a inteligência. O respeito pelo tempo que devemos dar ao tempo é uma das lições do vinho. ?Numa velha garrafa há mais de mil anos de História?. O tempo precisa de tempo para se apropriar da maravilha do olhar e do gosto.

 

A região do Douro recebeu a sua primeira demarcação em 1756, pelas mãos do Marquês de Pombal, adquirindo ao longo dos anos um lugar de destaque entre as regiões. Considerada como uma das mais grandiosas e belas paisagens vinhateiras do mundo, o Douro apresenta-se como um anfiteatro gigante de xistos e videiras, uma das mais prolifícas regiões produtoras de vinhos em Portugal. Num tal cenário moldado à força do trabalho humano, só poderia nascer um dos melhores e mais fascinantes vinhos de toda a terra.

 

O Vinho do Porto nos anais da história


O Vinho do Porto foi bebido durante a batalha de Trafalgar e saboreado por Nelson; levado pelo General Soult, foi bebido por Napoleão e Josefina, no palácio de Malmaison; foi bebido por Wellington antes de começar a batalha de Waterloo e no fim para festejar tão importante vitória; era muito apreciado por Catarina da Rússia na sua corte. Da Casa do Canto, na freguesia da Cumieira, foi engarrafado um vinho da pipa da Meca, nome esse de uma criada que sorrateiramente o ia beber, para as comemorações da prisão do Régulo Gungunhana; Gago Coutinho e Sacadura Cabral, na sua viagem heróica de avião para o Brasil, levavam na sua bagagem uma preciosa garrafa deste néctar; na Conferência dos Quatro em Munique, onde se encontraram Chamberlain, Daladier, Hitler e Mussolini, também se bebeu; Winston Churchill bebia-o regularmente; o famosíssimo vinho do Porto é o único servido pessoalmente pelos membros da família real inglesa e sempre pelo lado esquerdo... pelo lado do coração.

 




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