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Peso da Régua - Douro
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Gastronomia de Peso da Régua
foto Gastronomia de Peso da Régua

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Da gastronomia do concelho fazem parte o arroz de forno com cabrito assado, leite creme e um doce regional a escolher. A acompanhar vinhos da Região Demarcada do Douro e o Vinho do Porto.

Os vinhos brancos típicos regionais do Douro são de uma maneira geral  leves e aromáticos. Quando frescos são excelentes para acompanhar um prato de peixe. Por sua vez os tintos são quentes e aveludados, o que lhes dá uma característica muito particular e apreciada, devendo ser servidos à temperatura da cave. São também excelentes a acompanhar um prato de carne.

 

Doçaria Regional

A transmissão de saberes e sabores, de geração para geração, aliada ao gosto pela inovação, na tentativa de agradar ao paladar mais exigente, fizeram da doçaria regional uma componente da identidade deste povo. Descubra-a por si!

 

Rebuçados da Régua

Olha o rebuçado da Régua, levem rebuçados da Régua!? Quem chega à Régua de comboio é saudado desta forma pelas Rebuçadeiras que de bata e lenço brancos vão vendendo rebuçados no largo e na estação da CP. Na década de 40, quatro moças de bata verde vendiam água em bilha, a 15 tostões; água em cantarinha, cada copo, a 2 tostões; bolachas e fruta e os já famosos Rebuçados da Régua, três pacotes, 5$00.

Os Rebuçados da Régua começaram por ser vendidos nas festas locais e das redondezas. Nessa altura, destacavam-se dois vendedores: o "Prosa? e o ?Cândido Rebuçadeiro?. Actualmente, os Rebuçados fazem parte da identidade de Peso da Régua, elementos de uma tradição que se tem mantido viva ao longo das gerações. Cada Rebuçadeira confecciona os rebuçados de um modo muito próprio.

No entanto, para quem quiser aprender, aqui fica a sugestão: depois de o açúcar em ponto, com duas cascas de limão, ter passado para a pedra mármore, untada com margarina e daí para o plástico esticado da mesa, ainda a ferver, as mãos vão cortando os rebuçados um a um, rápida e habilmente, para depois os embrulhar em forma de laçarotes.

 

Falacha

A falacha é um doce típico da freguesia de Moura Morta, cuja tradição de confecção se vai perdendo, já que o "segredo? não está a encontrar eco nas actuais gerações. 

O doce é feito à base de farinha de castanha que, depois de devidamente amassada, se coloca numa folha de castanheiro e vai ao forno. Depois de cozida, polvilha-se com canela, ao gosto de cada um. Por opção, a farinha de castanha pode ser entremeada por pedaços de carne de porco.

 

Rabelos

Os rabelos são outro doce regional da cidade do Peso da Régua. Criados há quase dez anos por Cezília Teixeira, os rabelos satisfazem os paladares mais exigentes, principalmente quando acompanhados por um cálice de Vinho do Porto.

Baptizados com o nome de rabelos, foram criados com o formato das embarcações típicas do Douro. Depois de confeccionados, são colocados em cada um o mastro e a vela.

Farinha de arroz, amido de milho, ovos, açúcar, canela, amêndoa e o imprescindível Vinho do Porto são os ingredientes da receita dos rabelos. O modo de preparação é um segredo que só as mãos da criadora conhecem.

 

Ferreirinhas

Uva passa, pinhão, amêndoa, chila e Vinho do Porto compõem o bombom mais apreciado na Régua. Para realçar a tipicidade, os mesmos são servidos em cestinhas de enxertia, onde predomina a ráfia como arranjo.Tanta criatividade e bom gosto devem-se às mãos delicadas de Maria do Céu Pires, para quem a culinária é uma arte.

As ferreirinhas sabem melhor alguns dias após a confecção, dado que o tempo acentua os sabores do vinho e das passas, devendo, contudo, estarem embrulhadas em papel de prata.O sabor das ferreirinhas é incomparável se forem acompanhadas por um cálice de Vinho do Porto!

Confeccionadas apenas há cinco anos, as ferreirinhas são uma referência na doçaria regional. O nome vem de uma das grandes figuras do Douro, D. Antónia Adelaide Ferreira, que tanto contribuiu para o desenvolvimento da cidade da Régua e da região duriense.

 




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