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Guarda
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Situada num planalto a 1075 metros de altitude, no flanco nordeste da Serra da Estrela, a cidade da Guarda, serrana por natureza, é a mais alta do país. Mantém-se, até hoje, como a sede do Distrito e da Diocese.


O centro histórico da cidade abarca um dos mais importantes percursos urbanos de origem medieval do país, com marcas da arquitectura renascentista filipina. Durante o domínio filipino, é atribuída à Guarda a função de "porta económica" entre Portugal e Espanha, que a inauguração das linhas de caminho de ferro da Beira Baixa e da Beira Alta até Vilar Formoso, em 1882 veio reforçar.
Por todo o concelho encontram-se vestígios da Idade do Bronze e do Ferro, em sítios com uma defensabilidade natural, dominando vastos vales. Esta presença está, sem dúvida, relacionada com a prática da mineração, nomeadamente do ferro e do chumbo, e o controlo das portelas naturais, por onde circulavam as rotas do minério.

 

Do seu património histórico-cultural, destacam-se: a Sé Catedral, cuja construção teve início no reinado de João I, a Torre de Menagem, do século XII (donde se abarca magnífica vista sobre todo o centro histórico), vestígios das antigas muralhas, o Convento de S. Francisco, do século XIII, as Igrejas barrocas da Misericórdia e de S. Vicente e o antigo Paço Episcopal.

 

Actualmente, a Guarda é o centro comercial e industrial do concelho a que dá nome. Formado por 56 freguesias, a base económica do concelho é a agro-pecuária, destacando-se as produções de batata, cereais, fruta, vinho e oliveiras e a criação de gado ovino e caprino, com vista ao fabrico do afamado Queijo da Serra. A indústria assume igualmente importante papel, reforçado pela boa posição geográfica da cidade. A 15 de Agosto realiza-se a importante romaria à Senhora de Mileu.

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